domingo, julho 31, 2011

Como superar o fim de um relacionamento?

“Eu nunca vou esquecê-lo? Eu ainda gosto dele, o que eu faço?”

Até agora falamos de conquistas e momentos bons mas todo bônus tem o seu ônus e eu estou aqui para tentar fazer esse ônus ser o menor possível.

Antes de começarmos quero deixar claro que existem vários motivos para um término, mas de qualquer forma tentarei ser o mais genérico possível.

Você passa dois, cinco ou até dez anos ao lado de alguém todo o santo dia, conversando, convivendo, dividindo expectativas e sonhando, até que chega um dia e simplesmente acaba. Acaba o interesse, o tesão e o amor de uma das partes. E agora, a outra parte faz o que? 

Aprende a viver, bota seus planos estagnados em prática e se organiza para começar a sua jornada de aprender a viver sozinho. Dentro disso tem uma coisa que eu posso lhe garantir, quando você parar de depender dos outros para fazer o que você quer, você se sentirá outra pessoa.

Para esquecer alguém você precisa passar por um ciclo de saudade, raiva, ciúmes, carinho, tristeza e afins. E sabe qual é o mais importante deles? A raiva. Pode até parecer estranho, mas ela que te faz crescer, dar a volta por cima e mostrar que isso acontece com todo mundo e você é só mais uma. Não digo uma raiva “negativa”, mas sim uma raiva que te encoraja, algo meio que “Ele que se dane, vou viver a minha vida e pronto”.

Você vai sofrer bastante, mas passa. Sabe, sou da premissa que você tem que sofrer tudo de uma vez e não tentar ficar se enganando ou achando que tem volta o que de fato não tem volta. No começo será ruim, mas um dia você vai rir de tudo isso e lembrar como você era bobinha. E depois de um tempo vai perceber que tudo isso foi necessário para hoje você ser mais forte, segura e principalmente madura.

Se for para terminar, termine direito. Sem contatos, sem telefonemas, sem mensagens de saudade, sem nada

Não espere por ninguém. Acredito que isso sirva para âmbito geral, tanto no trabalho quanto na vida afetivo-amorosa, faça o seu, só dependa de você, pois se for depender dos outros, você poderá ficar na mão. Entendo que isso possa ser um pouco "frio", mas vamos ser realistas, nós não somos os príncipes da Disney, nem vocês as atrizes pornôs do Redtube. (Desculpa, mas é verdade) 

Substituir, essa é palavra-chave. Na maioria das vezes você só vai conseguir esquecer uma história escrevendo outra. Depois de um tempo você descobrirá que todo mundo é substituível. E depois de mais um tempinho você já estará vendo como foi bom ter terminado aquele relacionamento e ter “se encontrado” novamente.

Dizem que você só conhece com quem está ficando quando termina. Então vou dizer que não existe coisa mais bonita do que você terminar um relacionamento e falar para todos os outros que foi ótimo enquanto durou e pronto. Você não precisa dar detalhes da sua vida pessoal e falar sobre o que vocês viveram juntos, aqueles momentos foram só de vocês e devem morrer ali, e isso para mim é o suprassumo da educação, maturidade e respeito por quem esteve ao seu lado por todo esse tempo.

Lembre-se que agora isso tudo talvez não se encaixe a você, mas eu sei que um dia você vai voltar aqui e ler esse texto de novo.

Para finalizar:

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.

domingo, julho 24, 2011

Até quando os homens precisam “curtir”?

Por que ele não sossega? Até quando ele vai viver nessa? Isso realmente é necessário?”

Antes de qualquer coisa vocês têm que entender que existem vários tipos de homens, e são exatamente os babacas que vocês não podem pegar como referência, caras que te elogiam só para te pegar, traem e vem na cara de pau dizer que ainda te amam. Obviamente cada um tem a sua história e o seu jeito, mas quem sou eu para julgá-los? Longe de ser uma verdade absoluta leiam o texto e filtrem as dicas que lhe forem úteis.

Primeiramente acredito que todo homem tenha que passar pela fase do “curtir”, não estou dizendo necessariamente pegar todas, mas sim viver sozinho, conhecer novas mulheres e “testar o seu poder de sedução”. Pode parecer estranho, mas isso é essencial para pegarmos segurança em nós mesmos.

Todo mundo tem a necessidade de levantar o seu ego, como mulher gosta de sentir-se bonita quando é elogiada ou paparicada, o homem também gosta de sentir-se "o cara" por ter conquistado determinada mulher. Obviamente isso varia com a idade, de pessoa para pessoa e vai passando com o decorrer do tempo, mas acredito que essa fase seja necessária na vida de qualquer homem.

Precisamos conhecer os dois lados para um dia termos a certeza do que é melhor para nós. Quando digo que todo homem precisa “curtir” é simplesmente para não acontecer de o sujeito ter 30/40 anos e querer sair por ai curtindo como se tivesse 20 ou pior, trair sua esposa de anos por não ter vivido aquilo que deveria ser vivido há tempos.

Não tem como negar que ficar com uma mulher diferente e sentir-se desejado é realmente uma sensação indescritível. Também não vou negar que é simplesmente fantástico conhecer mulheres com gostos, perfumes e conhecimentos diferentes. Mulheres com características e vivências, você conhece uma que fez balé e fala francês, outra que é jogadora de tênis e faz gastronomia e assim por diante.

Há uma linha tênue entre um cara que quer pegar todas e não está nem aí para você e um cara que não quer se envolver e te deixa claro que só pode lhe proporcionar uma simples aventura. Muitas de vocês têm que entender que não é porque não queremos vocês, que vocês não são especiais, e sim pelos simples fato de não estarmos no momento de querer se envolver. 

Não é necessário falar “eu te amo” para o relacionamento fazer sentido. Elogios e palavras bonitas qualquer idiota sabe dizer, vai de você saber “sentir” o que ele realmente quer. Em minha opinião cada um tem o direito de fazer o que quiser, desde que arque com as consequências e não faça o outro de trouxa.

Também acho engraçado que algumas mulheres querem igualdade nos diretos sexuais, mas não querem igualdade nos diretos emocionais. Mas o que a maioria não descobriu é que é totalmente possível curtir e fazer o que você quiser, sendo sincero.

Para finalizar uma frase bem realista. 

Faço minhas as palavras de Oscar Wilde:

A felicidade do homem casado depende das mulheres com quem não se casou.

domingo, julho 10, 2011

O que procuramos em uma mulher?

“Por que ele escolheu a outra? O que eu tenho de errado? Sou sem sal?”

Existem vários tipos de homens, mas uma coisa é unânime entre todos, a qualidade mais imprescindível em uma mulher: Segurança. Uma mulher que tenha certeza do que quer, que seja decidida, que tenha opinião formada e que saiba demonstrar que se ela está contigo é pelo simples fato de você ser o homem dela.

Como já falei algumas vezes orgulho e admiração são as melhores coisas que você pode sentir por alguém, ter uma namorada que você encha a boca para falar aos seus amigos “Essa é a minha namorada” realmente não tem preço.

Surpreender, esta é a palavra-chave. Todo mundo gosta de ser surpreendido com qualquer coisinha, desde um encontro inesperado, uma lembrança durante o dia, uma pegada mais forte, qualquer coisa que mude a rotina e que alimente esse desejo mutuamente.

Até entendo que você possa ser insegura e acho isso totalmente compreensível, mas o truque é você não demonstrar isso a nós. Sabe como melhorar isso? Saia sozinha, conheça pessoas novas, vá a cursos, leia livros interessantes, aproveite o que você mesmo tem a lhe oferecer. Isso além de trazer segurança lhe faz superar uma decepção amorosa bem mais rápido.

Acredito que o papo seja primordial, alguém que o assunto renda, que tenha princípios e ideias parecidos com os seus. Eu adoro cozinhar, tocar violão e viajar, mulheres que têm um conhecimento em algum desses quesitos simplesmente me fascinam.

Seria hipocrisia da minha parte dizer que beleza não importa, mas atrativos como cultura, charme, elegância, sensatez e objetivos de vida na minha opinião são indispensáveis. Mulheres com elegância são raríssimas hoje em dia. Óbvio que mulheres gostosas e com microssaia são ou já foram “divertidas” na vida de qualquer homem, mas isso cansa e nós sabemos que essas mulheres são somente para curtir.

Atitude, por favor, cadê as mulheres com atitude? Que tomem iniciativa das coisas que desejam, que tenham os próprios sonhos e que sejam independentes. Mulheres que andem ao seu lado, não à frente, nem atrás. Mulheres que estejam conosco por inteira. Mulheres que tenham tesão em nós, que queiram estar ao nosso lado e demonstrem isso, sem “frescurinhas”, e sim, com atos, desejos e vontades.

Tem coisa pior do que pessoas sem atitude? Que só sabem responder: “tanto faz”, “você que sabe”, “não sei”, “qualquer coisa ta bom” e afins? Parece que você está sozinho na relação e convenhamos que nós também gostamos de ser “dominados” às vezes.

Vocês não gostam de um homem que toma as rédeas do relacionamento, que te passa segurança, que é um homem e não um menino? Pois é, também queremos uma mulher assim.

Minha teoria é totalmente quebrada quando falamos sobre caras babacas.

Em resumo, sabe o que procuramos? Mulheres com “Luz própria.”

terça-feira, julho 05, 2011

A importância das pequenas coisas

"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver, adicionamos amor à sua vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre."  George Carlin

Achei este texto simplesmente perfeito. Vocês devem estar pensando "Ah, mas o que isso tem a ver com entender os homens?" Mas eu posso garantir que isso tem muito a ver com os homens, com as mulheres, com as pessoas. Entender que o ser humano é bobo e que se importa com coisas supérfluas é o primeiro passo para darmos mais valor a nós mesmos, as pessoas que estão a nossa volta e principalmente para encontrar a felicidade após alguma desaventura amorosa. Se esse texto for traduzido para um relacionamento ou uma paixão é exatamente igual, você tem que valorizar quem está ao seu lado, quem está contigo todo o santo dia, quem aguenta as suas chatices (sim, você como eu também é chato), quem te escuta e principalmente quem te ajuda e te respeita. Todos nós somos burros, cada um do seu jeito, mas burros, alguns pensam que são sempre os “donos da verdade”, outros acham a “grama” do vizinho sempre mais verde, outros pensam que fazer o outro de idiota é ser inteligente, outros não valorizam o que tem e sempre estão a reclamar, outros falam mais do que deveriam, pensam mais do que deveriam, se preocupam mais do que deveriam e assim por diante.

Então repense antes de intitular a sua vida como “ruim”, lembre-se se a sua vida é ruim é porque você a faz assim.